Operação Pentágono 3 mira coração financeiro de quadrilha e cumpre 97 ordens judiciais após ataque terror em Confresa
Confresa — Três anos após o maior e mais violento roubo da história de Mato Grosso, a Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (9) a terceira fase da Operação Pentágono, com um pente-fino pesado contra a estrutura da quadrilha responsável pelo ataque no município.
Ao todo, estão sendo cumpridas 97 ordens judiciais, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As ações ocorrem simultaneamente em cinco estados e têm como alvo direto o núcleo financeiro e logístico da organização criminosa.
A investigação aponta que o grupo atuava de forma altamente estruturada, com divisão clara de funções. Pelo menos 50 pessoas estariam envolvidas no esquema, distribuídas em núcleos estratégicos como comando financeiro, planejamento, execução, apoio interestadual e logística de fuga.
O objetivo agora é ir além das prisões: sufocar o dinheiro que sustenta o crime. A ofensiva busca rastrear e bloquear bens adquiridos com recursos ilícitos, atingindo quem financiou e organizou a operação criminosa.
O crime que desencadeou a megaoperação ocorreu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa na chamada modalidade “domínio de cidades”. A ação foi marcada por ataques coordenados, incêndios, uso de explosivos e terror generalizado.
Na ocasião, o grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu policiais e incendiou o prédio, enquanto outras frentes atacavam estruturas públicas e tentavam roubar uma transportadora de valores. Apesar da violência e do arsenal pesado, o roubo não foi concluído.
Após o crime, uma grande força-tarefa foi mobilizada. Dezoito integrantes da quadrilha morreram durante confrontos com forças de segurança nos dias seguintes, na região de Pium, no Tocantins, durante a Operação Canguçu.
As fases anteriores da Operação Pentágono já haviam identificado bases de apoio, apreendido armas, munições e veículos, além de prender envolvidos na retaguarda do crime.
Agora, o foco é claro: responsabilizar todos os envolvidos, independentemente de onde estejam. Segundo a Polícia Civil, a operação mostra que o alcance da lei não tem fronteiras — seja o executor ou o financiador, todos estão na mira.
A ação integra o planejamento estratégico de combate ao crime organizado em Mato Grosso e faz parte de uma articulação nacional entre forças de segurança para enfraquecer facções criminosas de atuação interestadual.




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