O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), voltou a colocar o dedo numa ferida antiga: falta de mão de obra para serviços básicos na capital.
Durante declaração pública, o gestor afirmou que a Prefeitura tem recursos para executar tapa-buracos e reforçar a limpeza urbana, mas enfrenta dificuldade para contratar equipes. Segundo ele, o entrave não é orçamento, é gente disposta a assumir o serviço.
“A prioridade nossa aqui é tapar os buracos, limpar as cidades, arrumar esses problemas que a gente está tendo”, declarou.
Abilio também apontou que o ritmo acelerado de obras do Governo do Estado tem absorvido empresas e trabalhadores da área de pavimentação, reduzindo a disponibilidade para contratos municipais. Na avaliação dele, praticamente todas as equipes do setor estariam atuando em frentes estaduais.
Além disso, o prefeito mencionou impacto indireto de programas sociais como o Bolsa Família. Segundo ele, parte das pessoas opta por manter o benefício e complementar renda com atividades informais, o que reduziria o interesse por empregos formais em serviços operacionais.
A fala reacende um debate sensível: de um lado, a dificuldade real de contratação em determinados setores; de outro, o papel de programas de transferência de renda na economia local. Especialistas costumam apontar que o cenário envolve múltiplos fatores — salário ofertado, condições de trabalho, informalidade, qualificação profissional e dinâmica do mercado regional.
Enquanto o debate político esquenta, o cidadão quer resultado prático: rua sem buraco e cidade limpa. O desafio da gestão é transformar discurso em execução — e rápido.
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